Teleporta

Quando planejei a instrução teleporta na linguagem, tive como objetivo diversificar as subtarefas dentro da mesma fase sem que a transição entre elas fosse cansativa. Por exemplo, quando o tabuleiro tem um conjunto de estrelas a serem coletadas no canto superior esquerdo e outro no canto inferior direito.

Sem a instrução, o aprendiz precisaria utilizar repetições para transitar entre os agrupamentos de estrelas. Isto poderia ser interessante para discutir conceitos como sequências e repetições (move e repete), mas seria enfadonho em tabuleiros mais complexos.

A instrução teleporta usa a pilha e o destino é resultado de operações aritméticas relativas envolvendo as células do tabuleiro (0 a 63). Sendo assim, planos de voo podem explorar teleportes baseados em múltiplos, padrões de intervalos e assim por diante.

Nos encontros iniciais com os monitores, uma das primeiras perguntas sobre o potencial da linguagem foi precisamente se o foguete tinha o recurso. A narrativa parece fazer sentido.